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Inauguração da atual Junta de Freguesia


  • O dia 29 de Dezembro de 1996 foi para Chão de Couce um dia que a povoação nunca mais esquece — foi a concretização de um sonho de mais de meio século, a inauguração do Edifício-sede da Junta de Freguesia. Para provar que o sonho era antigo, basta lembrar a notícia dada por O Mensageiro, de 6 de Janeiro de 1949, quando o Presidente da Junta de Freguesia de Chão de Couce era o farmacêutico José Augusto Lopes do Rego. 
  • Aí, o correspondente de Chão de Couce, dizia expressamente que já se encontrava concluído o projecto para o Edifício Público (faltava apenas submetê-lo à aprovação do Estado), onde seriam instalados os seguintes serviços: Museu, Biblioteca, Correio, Junta de Freguesia e Posto Médico. ideia de que seria um edifício polivalente estava certa. O tempo de espera é que certamente não estava nas previsões daquele correspondente, que, muito provavelmente, já não assistiu ao acto inaugurativo do referido edifício.
  • Quem presidiu à sua inauguração foi o Governador Civil de Leiria, Carlos André, que disse ser a primeira vez que vinha a Chão de Couce. Mas não seria a última. A concretização deste sonho dos autarcas de Chão de Couce iniciou-se cerca de 16 anos antes, com a aquisição das antigas instalações da "Garagem do Alves".
  • O projecto foi da autoria de Arlindo Miguel, e o edifício, depois de concluído, representou um investimento de cerca de 30 mil contos. O novo edifício-sede da Junta de Freguesia de Chão de Couce divide-se em três pisos que totalizam cerca de 600 m2. A cave tem à volta de 100 m2 é ampla e poderá ter diversas utilizações.
  • No rés-do-chão estão instalados os serviços do Posto dos Correios (da responsabilidade da Junta), um balcão da Caixa de Crédito Agrícola Serras de Ansião e Café/ Bar servidos autonomamente. No interior funcionam as secretarias da Junta e da Casa do Povo e sanitários.
  • No 1.º Piso está instalado o Pólo da Biblioteca Pública, que tem anexa a Biblioteca D. João Pais, constituída pelo magnífico espólio legado pelo titular à Junta de Freguesia. Tem ainda um amplo salão, sala de reuniões (destinada às sessões da Assembleia de Freguesia e a outras reuniões ou conferências),Gabinete do Presidente e sanitários.
  • No dia da inauguração, presenciada pelas principais personalidades políticas, militares e religiosas da freguesia e do concelho, por jornalistas e por algum público, o Presidente da Junta, Mário de Carvalho, era um homem realizado, por ver, finalmente, o sonho de tantos anos concretizado.
  • No seu discurso, afirmou a certa altura o seguinte: «A obra que hoje inauguramos reflecte o trabalho, o empenhamento e a vontade dos autarcas locais em dignificar a sua terra, apostando na melhoria das condições físicas da Junta de Freguesia e na instalação de serviços de utilidade pública, constituindo um contributo importante para o desenvolvimento de Chão de Couce». 



Instituições de Apoio à 3ª Idade

  • Numa localidade com todas as características demográficas típicas da interioridade, onde o grupo dos mais idosos tem tendência a crescer cada vez mais, são muito necessárias instituições vocacionadas para o apoio à Terceira Idade.
  • Desde 1992, Chão de Couce tem uma das melhores instituições deste tipo, em todo o cocelho e na região – a Fundação D. Fernanda Marques.
  • Fundação D. Fernanda Marques uma obra de bem-estar para a sua terra, foi o sonho que um dia teve o casal constituído pelo Sr. Américo Simões Santo e a sua Esposa, Srª D.Deolinda Fernanda Marques, residente em Cascais, mas natural de Chão de Couce, em cuja igreja se realizou o seu casamento, no dia 6 de Novembro de 1955. 
  • No dia 2 de Janeiro de 1990, seriam aprovados os Estatutos da nova Fundação, que, a 26 de Dezembro do mesmo ano, seria reconhecimentos como Instituição Particular de Solidariedade Socia, e, em Abril de 1991, começava a levantar-se bem no centro de Chão de Couce.
  • Trata-se de um imponente edifício, bem enquadrado no meio envolvente, cujo projeto é da auditoria do Arquitecto Raúl Marques e do Engº Agostinho Marques da Silva, e cujo custo, inteiramente suportado pelo Sr. Américo Simões Santo, se aproximou dos 120 mil contos. Com dois amplos pisos, o edificio da Fundação D. Fernanda Marques ficou concluído em meados de 1992, tendo sido inaugurado no dia 17 de Maio de 1992, com a presença do Ministro da Saúde, Dr. Arlindo de Carvalho. Além de todas as divisões que são habituais nestegénero de instituições, devidamente mobiladas, a fundação D. Fernanda Marques tem também um pequeno templo privativo, a Capela da Senhora da Saúde, onde regularmente é celebrada Missa, a que podem assistir os utentes que o desejem. 
  • A Fundação D.Fernanda Marques dispõe de três carrinhas para o serviço de transporte de refeições fornecidas ao domicílio e das equipas que fazem a higiene das casas e das roupas dos utentes do Apoio Domiciliário.
  • Desde o início, a Fundação D. Fernanda Marques contou com três valências: Lar de idosos, Centro de Dia e Apoio Domiciliário. No no 2000, os utentes destas valências eram os seguintes: 45 no Lar de Idosos, 10 no Centro de Dia e 45 apoiados no domicílio. Os funcionários são 24, mais uma Assistente Social.
  • Sem fins lucrativos (no caso de haver saldos positivos os mesmos reverterão a favor de melhorias na Obra), esta Instituição vive, em termos financeiros, dos subsídios concedidos pelo Estado (que finaliza as contas), da comparticipação dos utentes e das suas famílias e ainda da ajuda da Liga de Amigos.

Biblioteca



  • Chão de Couce tem o 3º Pólo da Biblioteca Municipal de Ansião, instalado no edifício da Junta de Freguesia local, desde o dia 22 de Agosto de 1997. À inauguração presidiu o Dr. Fernando Ribeiro Marques, antigo Presidente da Câmara Municipal de Ansião, que se fez  acompanhar pelo o antigo Diretor da Biblioteca Municipal de Ansião, Dr. Rui Miranda.
  • Depois dos Pólos do Avelar e de Santiago da Guarda, foi a vez de Chão de Couce ter um núcleo da iblioteca Municipal, evitando assim que os leitores tenham de se deslocar à sede do concelho para usufruir dos serviços que uma Biblioteca geralmente proporciona. O investimento que a Câmara fez com este serviço desconcentrado da sua Biblioteca representou cerca de 20 mil contos.
  • A Biblioteca de Chão de Couce conta, no entanto, com um funddocumental bastante enriquecedor, trata-se do espólio bibliográfico do Dr. D. João Pais, que o mesmo fez questão de deixar à Junta de Freguesia da terra onde viveu a maior parte da sua vida. Pena é que  mesmo espólio, certamente de grande valor patrimonial e literário, ainda não tenha tido o prévio tratamento catalogal que permita a posterior consulta do público em geral.
  • No fundo bibliográfico municipal ficaram na Biblioteca de Chão de Couce 1500 livros, que, segundo o protocolo assinado entre a Câmara e a Junta de freguesia, previa a dotação de equipamento informático destinado à gestão da Biblioteca. O pessoal em serviço neste pólo é da responsabilidade da Junta de Freguesia, mas trabalha segundo a orientação técnica dos serviços culturais da Câmara, e contou, desde o início, com um subsídio mensal camarário no valor de 68 contos, que tem tido atualizações anuais de acordo com os aumentos salariais da Função pública.
  • A Biblioteca de Chão de Couce funciona de Segunda-feira a Sabado, e além de um razoável conjunto de obras literárias, infantis e juvenis, dispõe ainda de Revistas e de vários jornais diários, semanários, regionais e desportivos.



Associação de Cultura, Recreio e Beneficência



  • A nível de atividades a ACRB promoveu diversas iniciativas de carácter cultural, como a realização de conferências, espetáculos musicais e de variedade, sarau, teatro, e, mais importante que isso, revelou-se mesmo uma Instituição criadora de cultura, sobretudo, no campo da dança, do canto e da música, ao fazer rejuvenescer o Orfeão e ter criado o seu Rancho Folclórico.
  • A Direcção da ACRB, logo numa das suas primeiras sessões (26.07.1941) leliberou organizar um rancho folclórico, de que ficaram encarregues os Senhores Dr. D. João Pais e Francisco Fernandes de Oliveira. O Rancho teve algum êxito e durou até, pelo menos, meados da década de sessenta, tendo-se deslocado, com assinalável brilho, a várias terras da região, nomeadamente a Maçãs de D. Maria, Avelar e Penela.
  • Além do Rancho e do Orfeão,outra importante valência da Associação têm sido os espetáculos musicais que promoveu e vem promovendo nos últimos anos, com a realização regular dos Festivais da Canção Jovem, que são já uma importante referência que extravasou largamente os limites da freguesia e do concelho, sendo apoiada anulmente por várias entidades e instituições locais e nacionais.
  • Ping-pong, cartas, jogos de damas, quino (loto), dominó, xadrez e bilhar foram alguns dos jogos que os sócios tiveram à sua disposição na sede da ACRB. Também foi possível a audição de música através de um antigo aparelho de TSF – o rádio era de marca "Welco", custou 1.570$00 e só podia funcionar quando estivesse presente algum membro da direcção.
  • Os bailes foram uma outra forma de convívio bastante frequente na sede da Associação, tanto nas instalações arrendadas como nas atuais. Por vezes trouxeram alguns dissabores, como é costume neste tipo de eventos, mas, regra geral, representaram uma boa forma de diversão, sobretudo para as camadas mais jovens da população de Chão de Couce e dos arredores.
  • Em conclusão, a Associação de Cultura, Recreio e Beneficência de Chão de Couce foi uma execelênte iniciativa dos notáveis de Chão de Couce de há 76 anos atrás. A melhor forma de continuar a honrar aqueles que tudo fizeram para que a Associação fosse um espaço exemplar de convívio, cultura, recreio e apoio solidário, é manter viva essa chama de associativismo, verdadeiramente ímpar,existinto nos dias de hoje atividades para pessoas de todas a faixas etárias.


Cemitério



  • Como se sabe os enterramentos fizeram-se, ao longo da maioria dos séculos que a humanidade leva de cristandade, no interior dos recintos sagrados, igrejas e capelas. Os Concílios de Braga (663), de Meaux (845) e de Reims (1117) entre outros, pronunciaram-se contra essa tradição, mas ela manteve-se até ao século XIX.
  • Em Portugal, os Alvarás de 27 de Março de 1805 e de 18 de Outubro de 1835 criaram os cemitérios públicos, mas seria a legislação de Costa Cabral de 1844 que, por imperativos de saúde pública, obrigaria ao fim dos enterramentos nas Igrejas. As reacções não se fizeram esperar, chegando a provocar levantamentos que degeneraram na "Maria da Fonte".
  • Foi durante a segunda metade do século XIX que se construiu o primeiro Cemitério Público de Chão de Couce, hoje substancialmente alterado e alargado. Até cerca de 1930, a entrada no Cemitério era junto à Capela, virada para o lado da Aguda, cujo acesso se fazia pela estrada de Trás da Vinha.
  • Depois dessa data, o Cemitério foi ampliado sensivelmente para o dobro da área que tinha (ficando a corresponder a cerca de 1/3 da área atual), e o portão da entrada principal foi mudado para onde se encontra hoje. Finalmente, na década de 1970, procedeu-se a um alargamento, passando a ter a área que mantém atualmente.
  • Embora não se saiba ao certo a data da construção do Cemitério de Chão de Couce, não há dúvidas de que terá sido durante a segunda metade do século XIX. 
  • Em 1857 alguns enterramentos ainda se faziam na Igreja, mas mais para o fim do século já se realizavam no Cemitério, cuja Capela deve ter sido construída em 1908, ano em que consta no Livro nº1 da Tessouraria da Junta da Paróquia de Chão de Couce, de 1893 a 1967 uma receita motante de 64$640 réis, referente ao produto duma subscrição que se fez para a compra de uma Imagem do Nosso Senhor Jesus Cristo Crucificado para a Capela do Cemitério.
  • partir dos dados recolhidos nesta mesma fonte de informação, elaborámos o Quadro XXXVIII, onde se dá conta das pessoas que adquiriram sepulturas no Cemitério de Chão de Couce, entre 1892 e 1967. Efetivamente, durante muitos anos, a venda de terrenos no Cemitério foi quase a única receita da Junta de Freguesia de Chão de Couce.
  • As infra-estruturas da Freguesia vão no sentido de dar respostas aos problemas de melhoria de condições de vida da população no que respeita à higiene e salubridade, manutenção de estradas e caminhos, conservação de escolas, cemitério e recintos públicos. Dotar a freguesia dos bens essenciais, para uma melhor qualidade de vida, é um objectivo deste executivo.
  • Nesta Freguesia existem dois cemitérios, nos lugares de Chão de Couce e Ameixieira. O abastecimento de água tem cobertura a 100%, já o saneamento tem uma cobertura de 33%. Na sede da Junta de Freguesia funciona um posto dos CTT, funcionando de Segunda a Sexta-feira, das 09:00 Horas às 13:00 horas e das 14:00 Horas às 18:00 Horas, o carteiro faz o giro diário por todos os lugares da terra. A Freguesia da Chão de Couce está dotada de dois bancos, todos eles equipados com ATM. A recolha do lixo é efectuada pela Câmara Municipal de Ansião, percorrendo diariamente os lugares da Freguesia, existindo também em vários lugares da freguesia ecopontos para a promoção da reciclagem. As crianças podem ainda, usufruir de quatro parques infantis, em Chão de Couce(2), Alqueidão e Serra do Mouro, equipados para as suas brincadeiras. Ao nível dos transportes, a Freguesia é servida diariamente pelas carreiras de transportes públicos da TRANSDEV, com destino a Coimbra, Tomar, Pombal, Lisboa, Ansião, entre outros. Possui ainda quatro praças de táxis. 







teresa gomes
Procuro informações sobre a origem do nome da rua da Centieira. Li que em tempos teria sido uma estrada real?Gostaria de saber mais sobre este detalhe.muito grata


Fernando Almeida Santos
Faz hoje 83 anos que Chão de Couce vibrava com as festas de inauguração do Retábulo de Nossa Senhora da Conceição na sua Igreja Matriz, obra (a última) do grande Mestre José Malhoa. \r\nNão venho aqui falar da beleza desta obra, nem do seu autor, porque para isso me falta engenho e arte. Mas posso falar do orgulho que todos sentem por termos na nossa Igreja tão bela obra.\r\nA comemoração dos 100 anos vem já aí. Será,  também para os que cá estiverem, oportunidade de fazer uma grande festa.



    
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