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  • Terra culturalmente rica com um fervilhante espírito associativo, fez surgir aqui várias colectividades ao longo dos tempos, onde as populações se foram organizando em associações ou colectividades, perseguindo finalidades e objectivos bastante diversificados, sempre a elevar a sua cultura e o bem estar social, onde com muita competência e orgulho, efectuam um excelente trabalho de promoção dos valores e talentos da sua terra natal, assim como a recuperação, preservação e divulgação da cultura rural ancestral. São disso exemplo as várias de colectividades/Associações pertencentes à Freguesia, nomeadamente a Associação Cultural e Recreativa Margaridas da Serra, a Associação de Cultura, Recreio e Beneficência de Chão de Couce e o Lusitano Ginásio de Chão de Couce, todos eles contando com o apoio da Junta de Freguesia na promoção cultural da terra. Um polidesportivo e um campo de futebol de onze com relva sintética oferecem exclentes condições para a prática desportiva. Cabe ao Lusitano Ginásio de Chão de Couce promover o desporto na terra, onde jogar por amor à camisola e transportar tudo isso num clima de verdadeiro ambiente hospitaleiro são alguns dos trunfos que mantêm bem viva a chama destas Associações. Também a etnografia tem representatividade nesta Freguesia, onde o Grupo Folclórico Margaridas de Serra se tem preocupado em preservar os usos e costumes desta Terra, com um vasto repertório, fruto de uma recolha efectuada sobre danças, cantares e trajes, os vão apresentando nas suas permanentes representações.
  • Um fervilhante espírito associativista fez surgir na Freguesia de Chão de Couce, ao longo dos tempos, numerosas colectividades, que, com muita competência e orgulho, efectuaram um excelente trabalho de promoção dos valores e talentos da sua terra natal. Aqui se referem algumas das que mais marcaram o desenvolvimento de Chão de Couce:
    • O Grupo Dramático Recreio e Beneficência de Pedra de Ouro surgiram em finais da década de 1940, no referido lugar. Por iniciativa do Sr. João Ferreira (natural da Batalha, aqui residente por motivos profissionais), mais conhecido por "Barbosa", reuniu-se um grupo de homens e mulheres que levou a cena diversas peças de teatro, com excelente recepção por parte do público.
    • Mais tarde, a partir do mesmo núcleo de pessoas, nasceu um Rancho Folclórico, que era ensaiado pelos senhores Barbosa, Abílio Mendes e António Pires. Nas décadas de 1960 e 1970, existiu o Grupo Cénico de Chão de Couce, que trouxe um bom desenvolvimento à arte da representação, nesta Freguesia, e que apresentou espectáculos de bastante qualidade.
    • A ideia de fundar o Orfeão de Chão de Couce nasceu na década de 30 do século XX, mais concretamente no contexto da festa de inauguração do Retábulo de Nossa Senhora da Consolação, da autoria de José Malhoa, na Igrejas de Chão de Couce, a 10 de Setembro de 1933. Perante a reacção à curta composição de Beethoven, interpretada por D. Elvira Rego, Dr. F. João Pais e Dr. Alberto Rego, respectivamente em órgão, violino e violoncelo, decidiu-se criar um Orfeão, para tornar mais frequente aquela manifestação cultural em Chão de Couce.
    • No dia 3 de Fevereiro de 1935, ocorreu a ansiada estreia do Orfeão, na Quinta de Cima, formado por um largo conjunto de rapazes e raparigas, e por uma tocata composta de viola, banjo, guitarra, ferrinhos e flauta. Para além de ternas como "0 Fado da Academia", "Auto da Morfina Mendes" e "O Vento de Outono", o Orfeão efectuava números de "Variedades", em que os seus elementos trajavam a preceito e recriavam interessantes cenas da vida rural, nomeadamente "As Leiteirinhas", "As Padeirinhas e os papo-secos", "A Desfolhada., e "Os Trouxas ".
    • Apesar de oscilar entre momentos altos e baixos, o Orfeão subsistiu até à segunda metade da década de 60, quando se iniciou um processo de decadência irreversível, que culminou com o seu desaparecimento. No domínio da Música, foram importantes, a antiga Filarmónica de Chão de Couce e do Avelar, que ara ensaiada pelo mestre João Alves Moreira, residente em Coimbra; e a Tuna do Avelar, fundada em 7 de Novembro de 1915.
    • O Grupo dos Onze (foram onze os seus fundadores) dedicava-se a saraus culturais, passeios e banquetes, em que participavam, os seus membros, embora tenha feitos prova, ter, diversas ocasiões, de interesses humanitários e patrióticos. Parte do núcleo fundador deste grupo colaborara no jornal O cavador e fizera parte da Associação Republicana.
    • O Agrupamento de Escuteiros de Chão de Couce, fundado em Outubro de 1974, funcionou durante cerca de meio ano, graças à dedicação de Professor Manuel Augusto Dias (autor da obra Chão de Couce - Estudo Monográfico, editado em 2001), de um seu amigo do Alqueidão, Sérgio Nunes e do Padre Adriano Simões Santo.
    • As reuniões decorriam ao fim-de-semana, numa das salas de antigo edifício da Escola de Chão de Couce, onde posteriormente se instalou a Posto Clínico. Entre as suas actividades, merecem destaque a realização de algumas pistas na Freguesia; as saídas de campo, nomeadamente, à Serra da Nexebra; e o acampamento efectuado, nos dias 23 e 24 de Dezembro de 1974, na zona da Bairrada, freguesia de Pousaflores.
    • O grupo extinguiu-se em Maio de 1975 e a única tentativa de reanimação, levada a cabe em1988, revelou-se efémera.
    • Actualmente, a responsabilidade de manter viva a bem sucedida tradição associativista desta Freguesia recai sobre a Associação de Cultura, Recreio e Beneficência de Chão de Conte; o Lusitano Ginásio de Chão de Couce e a Associação Cultural e Recreativa “Margaridas da Serras".
    • A Associação de Cultura, Recreio e Beneficência de Chão de Couce foi instituída no dia 15 de Abril de 1941, com o objectivo de ajudar os mais desfavorecidos e contribuir para a promoção da cultura e de lazer. A música, a beneficência (organização de uma colónia balnear; gratuitidade das consultas médicas para os filhos dos associados, em idade escolar; concessão pontual de subsídios em dinheiro a famílias carenciadas) e o desporto, suas principais áreas de acção, tiveram um desenvolvimento até então inimaginável.
    • A Associação foi também palco de interessantíssimos debates e reflexões, apresentando muitas conferências dedicadas a temas contemporâneos de interesse de toda a comunidade local.
    • No aspecto lúdico, os sócios encontravam diversos jogos à sua disposição na sede da colectividade, nomeadamente, pingue-pongue, cartas, damas, quino (lota), domine, xadrez e bilhar, entre outros.
    • Actualmente, esta Associação continua a ser um espaço de convívio, cultura, recreio, que honra todos aqueles que estiveram envolvidos na sua fundação, há cerca de 60 anos.
    • O Lusitano Ginásio Clube de Pedra do Ouro, fundado em 1958, germinou graças a um grupo de jovens que, poucos anos antes, começou a reunir-se, ao domingo, com alguma regularidade, na Pedra de Ouro, para praticar futebol, um desporto que começava a conquistar grande popularidade na região.
    • Os treinos decorreram, durante muito tempo, num terreno em Relvas, que ficou conhecido como Campo de Futebol do Carvalhal de Manuel Rosa. Depois de várias tentativas frustradas, o Clube logrou envergar o seu primeiro equipamento, em segunda mão, cedido generosamente por um natural da Freguesia, a Sr. Alberto Faustino, Director do Lusitano de Évora.
    • A ideia de transferir o Clube para a sede da Freguesia não foi acolhida pacificamente, mas o então Pároco, Padre Manuel Gaspar Furtado, geriu o conflito e conseguiu consensualmente alterar o nome do Clube para Lusitano Ginásio de Chão de Couce e a localização do mesmo. No entanto, começaram tempos de algum esmorecimento.
    • Com a chegada de Padre Adriano Simões Santo a Chão de Couce, a colectividade conheceu novo dinamismo, com a edificação de um novo campo de jogos, no Salgueiral (24 de Setembro de 1967), e respectivos Balneários.
    • Em 1979, o Lusitano ginásio integrou-se na Associação de Cultura, Recreio e Beneficência de Chão de Couce, onde se manteve até 1993. No dia 25 de Julho de 1999, ocorreu a inauguração da nova Sede da Colectividade.
    • Em termos de actividade, o Clube logrou passar da 2.ª Divisão Distrital a 1.º Divisão Distrital; na época de 1999/2000, foi promovido à Divisão de Honra da Associação de Futebol de Leiria; que disputou energicamente, na época seguinte, tendo ficado muito próximo da subida à 3.ª Divisão Nacional.
    • O Grupo "Amanhecer" foi fundado, na Freguesia, no fim de Verão de 1980, e desenvolveu uma série de iniciativas, nos domínios da música (grupo de música ligeira e patrocínio de uma Escola de Música), da teatro (participação no VII Festival - de Teatro Amador do Distrito de Leiria) e da imprensa local (edição de pequena jornal mensal, Palhais, a partir de 1985). Esta colectividade desapareceu cerca de dez anos após a sua fundação.
    • A Associação Cultural e Recreativa “Margaridas de Serra" surgiu, em meados da década de 1980, na Serra do Mouro. A sua principal valia é o seu Rancho Folclórico, que preserva diversos aspectos da etnografia local, A designação de “Margaridas" ficou a dever-se a grande quantidade de flores daquele tipo que ali surge, na Primavera.
    • O Grupo tem cerca de meia centena de figurantes, com idades compreendidas entre os 7 e os 70 anos, que se distribuem pelos pares de dança, cantadores e tocata. Esta última compõe-se de três acordeões, um bomba, uma viola, ferrinhos, reco-reco, pandeireta e tréculas.







teresa gomes
Procuro informações sobre a origem do nome da rua da Centieira. Li que em tempos teria sido uma estrada real?Gostaria de saber mais sobre este detalhe.muito grata


Fernando Almeida Santos
Faz hoje 83 anos que Chão de Couce vibrava com as festas de inauguração do Retábulo de Nossa Senhora da Conceição na sua Igreja Matriz, obra (a última) do grande Mestre José Malhoa. \r\nNão venho aqui falar da beleza desta obra, nem do seu autor, porque para isso me falta engenho e arte. Mas posso falar do orgulho que todos sentem por termos na nossa Igreja tão bela obra.\r\nA comemoração dos 100 anos vem já aí. Será,  também para os que cá estiverem, oportunidade de fazer uma grande festa.



    
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