.: A FREGUESIA
  .: Infraestruturas
  .: Cultura e Desporto
  .: Saúde e Educação
  .: Acessibilidades
  .: Economia
  .: Comunicação Social
  .: Caracterização Física
  .: Caracterização Humana
  .: Toponímia
  .: Colectividades
  .: Instituições
.: DADOS HISTÓRICOS
  .: Historia
  .: Ordenação Heraldica
  .: Topónimo
  .: Património
  .: Cronologia
  .: Lendas e Tradições
  .: Novo Concelho
  .: Comarca
  .: Personalidades
  .: Curiosidades
.: TURISMO E LAZER
  .: Turismo
  .: Festas e Romarias
  .: Gastronomia
  .: Trajes caracteristicos
.: MULTIMEDIA
  .: Galeria de Fotos
  .: Foto Reportagem
  .: Videos
  .: Mapa
.: ADMINISTRAÇÃO
  .: Administrar
  .: Webmail
  .: Requisitos
.: INDIQUE O SITE
O seu nome:  
Do amigo:  
O seu email:  
Do amigo:  
 


  • O povoamento desta região é muito antigo, conforme se depreende pelo espólio arqueológico encontrado e por alguns topónimos que referem a existência de castros e torres de defesa ou castelos, que asseguravam a defesa de quem cá vivia.
  • Actualmente, a sudoeste do lugar da Serra de Mouro, corre um vale apertado, o Vale de Mata Boa, protegido por um monte escarpado, a leste, que preserva a designação de "Castelo".
  • No referido Vale, existem abrigos naturais, hoje inacessíveis devido ao mato, como a Buraca da Moura e a Casa de Lobo, utilizadas como esconderijo pelos mouros. A segunda, com capacidade para muitas pessoas, ainda recentemente era procurada pelos pastores, para se abrigaram. No cimo da Serra, segundo os mais idosos, há uma laje marcada por uma peugada de Menino Jesus, segundo uns, ou de Santo António, segundo outros.
  • Esta região, desertificada pelas lutas da Reconquista Cristã, teve de ser repovoada, o que aconteceu por volta de 1137, quando D. Afonso Henriques decidiu repovoar o Sul de actual concelho de Coimbra, criando o concelho de Penela, que tinha, no seu extremo Sul, as áreas de Aguda, Avelar, Chão de Couce, Pousaflores e Lagarteira.
  • A Carta de Foral de Chão de Couce divide a terra por 12 casais, que aqui ficaram a viver a título vitalício e hereditário, transmitindo as mesmas terras aos seus descendentes, a troco de iguais rendas e imposições. Constituída a comunidade, logo foi dotada de Padre, que era, devida às circunstâncias anteriormente referidas, apresentado pelo Prior da Igreja da Colegiada de São Miguel de Penela. Pouco tempo depois, teve a sua própria Igreja Baptismal, formando uma Paróquia independente, mas o Pároco continuou a ser daquela apresentação.
  • À medida que se fixavam novos moradores na Freguesia, foram surgindo Capelas nos lugares mais distantes, ande se celebrava a Missa Dominical. De acordo com o Inquérito de 1721, a Paróquia contava seis Capelas, supondo-se que seriara as actuais de Ameixeira, Casal Soeiro, Alqueidão, Pedra de Ouro, Quinta de Cima e Serra de Mouro.
  • Segundo as Memórias Paroquiais de 1758, o Donatário de Chão de Couce e das Cinco Vilas era o Infante D. Pedro, embora o Donatário da Igreja fosse o Duque de Aveiro, por lhe pertencer o Priorado de Penela.
  • A primeira menção ao concelho de Chão de Couce data de 29 de Março de 1363. Elevadas categoria de Concelho, cada uma das designadas Cinco Vilas (Chão de Couce, Avelar, Mates de B. Maria, Pousafores e Aguda) viu o seu primeiro foral reformado e recebeu foral novo de D. Manuel I, em 12 de Novembro de 1514, com a actualização das respectivas isenções e privilégios. No referido documento, fica bastante claro que Chão de Couce, talvez pela sua situação geográfica (quase equidistante das restantes quatro vilas, sedes de outros tantos concelhos), detinha a sede da Comarca, situação que perdurou por mais de três séculos.
  • Durante o período da Regeneração, o concelho de Chão de Couce foi definitivamente extinto (por ser considerado demasiado pequeno) e integrado no de Figueiró dos Vinhos.
  • Em Janeiro de 1945, por Decreto do Bispo-Conde de Coimbra, D. António Antunes, foi criado o Arciprestado das Cinco Vilas, que reuniu, agora numa circunscrição religiosa, as antigas Cinco Vilas de "Chão de Couce, Avelar, Pousaflores, Maçãs de D. Maria e Aguda. Este ficou a cargo de Padre Manuel Mendes Gaspar.
  • Assim que a designação de "Cinco Vilas" foi recuperada, surgiu, no jornal de Leiria O Mensageiro, uma pequena secção intitulada "Crónica das Cinco Vilas", em cuja primeira edição, de 25 de Agosto de referido ano, o seu autor, “Santana”, explica aos leitores o sentido daquela denominação: “Para muitos, logo de entrada, constituirá surpresa o nome pomposo de Cinco-Vilas. Não se surpreenda o leitor, que não se trata de nenhumas «cidade das sete colinas», não se suponha algum oásis desconhecido na pequenez da nossa Pátria, nem um tesouro perdido neste país de sonho. 
  • Não Imagine-se antes urna pequena região ande se encontre, numa síntese admirável um pouco de todo o Pais, na paisagem, na vida, nos costumes, no progresso. Pois esta região faz hoje parte de três concelhos de alto Distrito de Leiria - Ansião, Figueiró dos Vinhos e Alvaiázere - e constituem-na o Avelar, Chão de Couce, Pousaflores, Aguda e Maçãs de D. Maria, vilas há mais de 400 anos, que formavam antes, e ainda hoje, um importante agregado populacional unido por fortes laços espirituais e sociais (...) O povo das Cinco Vilas, sem ser como o minhoto ou algarvio, é alegre e comunicativo. Em grande parte, é simples sem ser ingénuo, é falador, é músico. Tem mesmo uma predilecção especial pela música, o que tem uma explicação natural no meio em que vive. As belezas naturais a isso convidam".
  • Em 1960, o Padre Manuel Maria Gaspar Furtado, Pároco de Chão de Couce e Arcipreste das Cinco Vilas alegrava-se com o aparecimento de periódico Voz das Cinco Vilas, que consagrou a Nossa Senhora e onde inscreveu a seguinte quadra da "grande e saudosa poetisa e grande amiga da nossa terra", Domitilia de Carvalho:
"Sob o vosso manto Senhora, 
Que as graças do Céu contém:
Guardai-nos a toda a hora Senhora) 
Guardai-nos bem."

  • Em Janeiro de 1969, e Arciprestado das Cinco Vilas foi integrado no de Ansião, passando a designar-se Arciprestado de Ansião e Cinco Vilas, cujo primeiro Arcipreste foi o então Pároco de Ansião, Padre Filipe Antunes dos Santos.








teresa gomes
Procuro informações sobre a origem do nome da rua da Centieira. Li que em tempos teria sido uma estrada real?Gostaria de saber mais sobre este detalhe.muito grata


Fernando Almeida Santos
Faz hoje 83 anos que Chão de Couce vibrava com as festas de inauguração do Retábulo de Nossa Senhora da Conceição na sua Igreja Matriz, obra (a última) do grande Mestre José Malhoa. \r\nNão venho aqui falar da beleza desta obra, nem do seu autor, porque para isso me falta engenho e arte. Mas posso falar do orgulho que todos sentem por termos na nossa Igreja tão bela obra.\r\nA comemoração dos 100 anos vem já aí. Será,  também para os que cá estiverem, oportunidade de fazer uma grande festa.



    
.: SONDAGEM

.: NEWSLETTER

Email:
 




33717 visitas até o momento.